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O amor é injusto, ingênuo. É sátiro. Passam-se anos de vida, dias, semanas, horas, e o amor continua como cicatriz, ferida, ou ás vezes ainda que na minoria, continua feliz. O amor é antigo, indiscreto, sem deixar de ser um mistério. Muitas vezes ele representa o perigo.
É difícil conceitua-lo, mesmo que tantas vezes posteriormente eu já tenha afirmado bobagens sobre ele. Ele é grande, gordo, e nem o ser mais perspicaz do mundo pode calcular o seu tamanho. O amor desmancha qualquer ser, muda, faz com que se perca a seriedade, a rotina, a preguiça, as características.
O amor é interrupto ? será ? tenho minhas dúvidas. Talvez,talvez o amor seja uma metamorfose ambulante., não sei.
No fim, eu acho que o mais certo conceito, é o que diz que o amor é entusiasmo de vida.
(carolviana)
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